14 de novembro de 2008

2008 - Seat W - vencedor da 4a edição do Prémio de Design Seat / Automagazine



4a Edição do Prémio de Design Seat / Automagazine - vencedor

Tema: Desenhar um Seat para a mulher moderna





O novo Seat W (woman) foi totalmente concebido para a mulher moderna.


De dimensões reduzidas, mas espaçoso, dá resposta à vida na cidade, facilitando o quotidiano da mulher, tanto nos momentos mais simples, como nos mais complexos, potenciando o prazer de condução e utilização do Seat W.
Soluções simples, e muito úteis, como compartimentos de arrumação no interior, a abertura parcial da bagageira, a abertura ampla das portas para fácil acesso a todos os bancos (com design inspirado na Cadeira Panton), uma grande superfície transparente, tanto no tejadilho como nas portas para uma observação directa da envolvente, tornam o Seat W extremamente amigável na utilização do dia-a-dia.


Para as situações menos frequentes e consideradas como menos atractivas do ponto de vista feminino, existe a facilidade de acesso ao depósito de limpa-vidros, óleo e líquido refrigerante sem ter que abrir o capot, e a prática gaveta que aloja o pneu suplente facilitando ao máximo o acesso ao mesmo. Assim, estas operações passam a ser simples, aumentando a independência da mulher.

Tudo isto aliado a um design sofisticado, faz do Seat W o carro ideal para todo o universo feminino.

Seat W. Simples. Versátil. Feminino.


Conheça as várias propostas desta edição e outras na área Flickr da Automagazine e também no blog.


"Ao volante"


Start


A concepção do Seat W dividiu-se basicamente em duas componentes: o aspecto e as funcionalidades. No fundo, a forma e a função. Ao longo do percurso, estas misturaram-se e influenciaram-se mutuamente, fazendo com que numas alturas a forma seguisse a função e, noutras, o inverso.

O tema por si só constituía um desafio, dado que normalmente existe a tendência para desenhar carros tipicamente agressivos, que respondem às nossas próprias exigências e não às de outro grupo completamente distinto.

Mas o desafio revelou-se ainda maior. O novo Seat Ibiza, com a sua imagem forte, foi tanto um amigo como um inimigo do processo de concepção. Por um lado, apresentava um caminho claro de mudança em relação aos modelos já lançados pela Seat mas por outro, exactamente pela força da imagem e por estar tão bem concebido, tão consistente, era um perigo iminente de "prisão conceptual".

Neste momento era evidente que era crucial "sintetizar" o Seat Ibizia e recolher apenas as suas linhas geradoras (no fundo, aproveitar apenas o seu ADN), em vez de tentar adaptar a sua imagem ao enunciado.

Uma das razões que nos leva a ter prazer de conduzir é sentir que "naquele momento" nós e o carro somos apenas um. Creio que esta busca é comum nos homens e nas mulheres, mas enveredam por caminhos totalmente diferentes. Foi ao encontro desta noção que o design do Seat W procurou ir, tanto formal como funcionalmente.

O primeiro conceito que contribuíu para a forma geral do Seat W foi o de "Acessório": um carro que não fosse apenas um carro, mas algo que a mulher pudesse "vestir". Algo que conseguisse acompanhar o seu estado de espírito e que ela pudesse "usar".


Forma

Uma funcionalidade que dá resposta a esta ideia é a de painéis intermutáveis, apesar do risco da facilidade de comparação com o Smart. Optou-se, portanto, por tornar intermutável apenas os aros das portas e dois pequenos painéis, localizados nos pára-choques. Esta opção foi claramente ao encontro do conceito, pois ao tornar intermutável apenas o aro das portas (em oposição a 90% da carroceria), a) reforçava a ideia de "acessório"; e b) seria um "pack" que proporcionaria uma maior facilidade de se possuír mais do que um e mudar quando se desejasse.


Ao mesmo tempo, existiu sempre a preocupação conceber uma imagem que fosse acima de tudo amigável, sem deixar de ser dinâmica. Ao observar os vários modelos no mercado automóvel que se prestam mais ao público feminino, verificou-se que determinados pormenores contribuíam largamente para a construção de uma imagem amigável: uma grelha frontal pequena ou ausente, faróis menos "esticados", jantes menos arrojadas e em alguns casos, localização do indicador de mudança de direcção mais para o centro da carroceria. Ao longo do processo tentou-se sempre apontar para uma forma compacta, que sugerisse estabilidade, coesão e segurança, sem perder totalmente a sensação de movimento.
Em suma, conferir ao Seat W uma imagem dinâmica em detrimento de uma imagem agressiva.



Função




Tendo em conta que um carro para a mulher moderna não podia passar apenas por um carro com uma estética feminina, o seat W tinha que incorporar soluções que o tornassem específico para a mulher moderna.
Neste sentido, houve uma pesquisa junto de várias mulheres para descobrir o que mais valorizavam num carro, ou o que faltava na maioria dos carros no mercado. O acesso fácil, sem ter que abrir o capot, à água do limpa-vidros, óleo e líquido refrigerante, a gaveta para o pneu suplente, a abertura parcial da bagageira e a abertura das portas a partir do centro, de modo a ter um acesso amplo ao habitáculo foram as ideias que contribuíram de forma nuclear para o design do Seat W. Ou seja, estas soluções não foram apenas "coladas" ou apontadas. Definiram, de facto, a forma do Seat W.




Detalhe


O design dos bancos foi inspirada na Cadeira Panton, de Verner Panton, por esta possuír um design feminino. A sua interpretação vai ao encontro das linhas com arestas mais agressivas do Seat W.

Procurou-se, também, através do desenho das jantes, contribuir para o objectivo final do Seat W. O seu desenho acabou por se inspirar na noção de "flor": a jante é composta por uma parte em liga-leve, que corresponde às "pétalas" da flor, enquanto que a parte restante do círculo é preenchida por um tampão metalizado.

O desenho das jantes acabou por definir o logótipo do Seat W, que representa, mais mimeticamente (sem no entanto perder a correspondência directa com a forma da jante), uma flor.

A forma do "w" sugere leveza, liberdade e independência - exactamente aquilo que é pretendido que o Seat W proporcione à mulher moderna.


2008 - Peugeot Metropole

5a edição do Concurso de Design da Peugeot
Tema: "Desenhe um Peugeot para a megalópolis do futuro"


A megalópolis do futuro...

O conceito que temos de metrópole do amanhã é, normalmente, uma cidade gigantesca repleta de energia e stress - horários exigentes, trânsito caótico, arranha-céus. Mas a experiência urbana do futuro não necessita de ser apenas caos ininterrupto. É também ócio, lazer e família.


O Conceito

O novo Peugeot Metropole foi desenhado para a família trabalhadora que gosta de descomprimir e esquecer o stress, quando tem oportunidade. Os fins-de-semana, por exemplo, são uma oportunidade excelente para passar tempo de qualidade com os filhos - dar um passeio ou fazer um pique-nique nos arredores da cidade.

Um monovolume proporciona à família média/numerosa o espaço, flexibilidade e sustentabilidade ideais.


O Veículo


O Metropole tem aproximadamente 80% de superfície transparente, possibilitando visibilidade e experiência de estrada máximas. A zona do tecto utiliza cristais líquidos para opacificação, que podem ser activados com o toque de um botão, se se desejar menos luminosidade ou sol directo no interior do habitáculo.

De cada lado, duas portas de grandes dimensões deslizam em direcções opostas, enriquecem a experiência do Metropole, mesmo quando está parado.


A lotação máxima é de 7 lugares mas são permitidas várias configurações de assentos - por exemplo, 4 lugares de frente uns para os outros com uma pequena mesa no centro ou dobrar os bancos da segunda e terceira filas para criar mais espaço de bagagem.

Dado o trânsito na cidade ser demasiado stressante, o Metropole está dotado de dois compartimentos, acessíveis a pela traseira, desenhados especialmente para dois "Segways" - pode deixar o seu Metropole num silo automóvel e andar pela cidade com sustentabilidade e eficiência.

A tecnologia "Drive-by-Wire" permite que o volante passe de um assento dianteiro para o outro. Para tal basta desbloquear a posição do volante, que está ligada à consola central através de um braço articulado que se torna flexível assim que o botão "Desbloquear" é pressionado. O volante pode ser neste momento posicionado em frente do outro assento e bloqueado novamente. Esta funcionalidade é particularmente útil para trocar de condutor sem ter que sair do carro ou saltar de um assento para outro.



Sustentabilidade

O Peugeot Metropole foi desenhado com diversos sistemas integrados que o tornam amigo do Ambiente:

O habitáculo assenta sobre uma plataforma que é lisa de uma ponta à outra. Por baixo encontra-se um motor movido a Hidrogénio e células de combustível respectivas. Sem motores de combustão interna, o Metropole é um veículo com emissões zero de CO2.

A zona do tecto, além de ter o sistema de opacificação, tem integrado um painel solar fotovoltaico. A energia obtida através deste meio pode ser utilizada para alimentar equipamento electrónico e também como suplemento para o motor. O painel actua também como atenuante da luz solar, devido à sua aparência de vidro serigrafado.

Toda a superfície opaca do habitáculo contribui para a optimização do conforto térmico interior utilizando Phase Change Materials (PCM's) micro-encapsulados.
A água congela aos 0ºC, libertando energia (ou seja, calor) nesse momento. O inverso acontece quando volta ao estado líquido - absorve energia ("liberta" frio) para poder mudar de estado. PCM's também têm pontos de mudança de fase, mas localizados entre os 15º e 30º, dependendo da sua especificação.
Sempre que a temperatura no interior do Metropole desce abaixo do ponto de mudança de fase do PCM, este liberta calor para estabilizar a temperatura. O PCM volta a absorver energia (absorver calor/libertar frio) quando a temperatura sobe acima do mesmo ponto, evitando temperaturas demasiado altas e desconfortáveis.
O recurso a esta nano-tecnologia é capaz de substituir parcialmente outros sistemas de climatização, tais como ar-condicionado, canalizando a energia para a performance e autonomia do motor.
(mais informações sobre PCM's na Wikipedia )


Toda esta alta-tecnologia sustentável, aliada a um design eficiente e amigável, torna o Peugeot Metropole a escolha perfeita para a família urbana do futuro.









12 de novembro de 2008

2007 - Peugeot Grasshopper

4ª edição do Concurso de Design da Peugeot
Tema: "P.L.E.A.S.E innovate:
Pleasurable (to drive)
Lively
Efficient
Accessible
Simple
Ecological"



O tema deste concurso transportava o design para uma dimensão virtual. Um dos
critérios era a adaptabilidade do veículo a um jogo da XBOX 360.


Decidi dar ênfase a esse pormenor, desenhando um "all-road" de dois lugares com dois motores eléctricos, localizados em cada roda traseira.

A principal característica do Grasshopper são as suas "pernas traseiras":
O "modo normal", que corresponde à forma original do veículo, destina-se a altas velocidades e paragens em condições normais; o "modo elevado" que se destina principalmente a baixas velocidades com boa visibilidade e estacionamento eficiente, atinge-se com o avançar das rodas traseiras, forçando todo o conjunto para uma posição mais vertical. Para descrever curvas, a secção dianteira do veículo inclina-se para o lado desejado.
Num contexto de jogo XBOX, as "pernas traseiras" permitem o grasshopper baixar-se ou levantar-se, ou mesmo até saltar.







11 de novembro de 2008

2006 - Seat Hyperspace

2a Edição do Prémio de Design Seat/Automagazine
Tema: "Lifestyle"


Hiperespaço (s.m.) : dimensão na qual não se aplicam as relações espácio-temporais convencionais.


O novo Seat Hyperspace introduz uma nova dimensão no design automóvel.

Actualmente as nossas vidas assumem diversas atitudes, tornando-se difícil para um automóvel responder às exigências que variam constantemente, consoante a situação em que nos encontramos.

O Hyperspace é um automóvel com motor híbrido musculado, desenhado com linhas agressivas e fluentes, para corresponder às necessidades de potência e velocidade. No entanto, este veículo pode assumir um carácter familiar, possibilitando a abertura das duas portas do lado direito para cima e reorganização dos assentos, transformando o interior numa espécie de “esplanada”, claramente vocacionado para o lazer.

O tecto panorâmico, totalmente em vidro, maximiza o espaço interior do Hyperspace, sendo possível também a sua abertura, através da divisão do vidro em vários segmentos transversais que se juntam e recolhem na traseira, tornando-se num conversível, se assim o
desejarmos.

Hyperspace trata-se de assumir diversas dimensões, independentemente do tempo ou do espaço em que nos encontramos.
As portas do Hyperspace abrem-se a partir do centro em condições normais...
... mas também podem abrir-se ao mesmo tempo para cima, criando uma "cobertura"


o tecto panorâmico totalmente rebatível confere ao Hyperspace um carácter de lazer.

10 de novembro de 2008

2006 - The Far Star


"It was not the size that was impressive - for it was rather small. It was designed for maneuverability and speed, for totally gravitic engines, and most of all for advanced computerization. It didn't need size-size would have defeated its purpose. It was a one-man device that could replace, with advantage, the older ships that required a crew of a dozen or more. With a second or even a third person to establish shifts of duty, one such ship could fight off a flotilla of much larger non-Foundation ships. In addition, it could outspeed and escape from any other ship in existence. There was a sleekness about it - not a wasted line, not a superfluous curve inside or out. Every cubic meter of volume was used to its maximum, so as to leave a paradoxical aura of spaciousness within. Nothing the Mayor might have said about the importance of his mission could have impressed Trevize more than the ship with which he was asked to perform it." in Foundation's Edge, Isaac Asimov


Tema: Ficção Científica


Inspirado na nave espacial da Fundação, pilotada por Golan Trevize, em busca do planeta Terra, perdido há milhares de anos numa galáxia superlotada de humanidade, o desenho do Far Star - com o mesmo nome da inovadora nave - é o produto de uma busca de formas menos ortodoxas, dado o contexto de um exercício de Design com um tema localizado no domínio da Ficção Científica.
Linhas angulosas definem um corpo essencialmente dividido em dois materiais diferentes - o plástico na parte inferior e o metal na superior, conferindo ao Far Star uma imagem agressiva mas elegante ao mesmo tempo.

Com um sistema de tracção não-convencional - três rodas, em que a roda-motriz é a traseira, a forma do Far Star desenvolve-se a partir deste, dando origem a uma frente longa e delgada, e uma traseira possante, contra-balançada pelos dois volumes das rodas dianteiras.







6 de novembro de 2008

2005 - Seat Muxía 4WD


1a edição do Prémio de Design Seat/Automagazine - 3º prémio
Tema: "auto-emoción"


 

Situada no norte de Espanha, na região da Galiza, Muxía caracteriza-se por um ambiente predominantemente agreste. A paisagem dominada pelas formações rochosas da “Costa da Morte” confere-lhe uma atmosfera inóspita e majestosa, daí ser conhecida como a “Namorada do Vento”.



O Seat Muxía 4WD assume-se como uma criatura autóctone, moldada pela dureza da própria envolvente. A forma crua e bruta com que ele se movimenta, equilibrada por uma leveza e “à vontade”, torna-o um animal adaptado ao seu meio.





Para se encontrar em consonância com a sua atitude, o novo Seat Muxía 4WD está dotado de linhas simples e fortes, temperadas por uma fluência de formas.




O pára-brisas estende-se desde o dorso até ao nariz do veículo, permitindo aos dois passageiros uma visão panorâmica e íntima da estrada que percorrem.


























O acesso ao veículo é feito rodando para a frente toda a parte frontal da carroçaria.O motor localiza-se na traseira e anima o veículo através de tracção integral.



















Entrega de Prémios

A Entrega de Prémios ocorreu no jantar da Moda Lisboa, em que tivemos a oportunidade de conversar com Luc Donckerwolke, recém chegado à Seat, deixando para trás a Lamborghini e a sua criação genial, o Gallardo.



Na primeira foto - Marcelo Aguiar, Ricardo Figueiroa (1º prémio) e Nelson Simões (2º prémio), que venceu a edição seguinte do concurso.






Na segunda foto, a receber o prémio, junto de Luc Donckerwolke. Um grande momento.
(fotos retiradas da edição n.º 163 Dez. 2005 da Automagazine)











2004 - Peugeot Lynx

2a edição do Concurso de Design da Peugeot
Tema: desenhe o Peugeot dos seus sonhos





Também conhecido como o "Lince do Deserto", o Caracal é um poderoso gato de médio-porte com longas pernas e pode pesar até 70 kg. Tem uma altura média de 50 cm e um comprimento de 1,3 m. É capaz de caçar e matar presas com o dobro do seu peso.


Normalmente activo ao fim do dia e durante a noite, o Caracal caça roedores, pássaros, répteis e outros pequenos mamíferos. Corre como uma Chita e salta até 2 metros de altura para caçar pássaros.


A imagem do Caracal inspira o design do novo Peugeot Lynx, através da forma dos faróis dianteiros e dos suportes das câmaras retrovisoras que acompanham o vidro panorâmico - as orelhas do Caracal com as pontas com pêlo longo. A atitude agressiva do Lynx, com as suas laterais curvadas faz lembrar um Caracal a arrancar para caçar a sua presa.


A sua pintura bi-tonal transporta o peso da imagem para mais perto do chão; Unifica o design de toda a carroceria ao mesmo tempo que a fragmenta visualmente, conferindo-lhe elegância e leveza.

O novo Peugeot Lynx é um monovolume com 4 lugares com 4,45 metros de comprimento.
Não existem espelhos retrovisores convencionais. O Lynx está equipado com 3 câmaras de alta resolução - duas estão localizadas em suportes nas laterais do carro, por cima das portas e a terceira, na traseira. A informação das três câmaras é processada e uma única imagem panorâmica é exibida no ecrã central. A terceira luz de stop encontra-se na reentrância da porta da bagageira, enfatizando a diferença dos dois tons da carroceria.

Ligado a uma caixa de velocidades sequencial operada a partir do volante, o motor híbrido do Lynx localizado na traseira, por baixo do porta-bagagens transmite potência limpa às suas rodas traseiras. De qualquer forma, existe espaço de arrumação na traseira e também à frente.





Uma única porta de cada lado dá acesso tanto aos assentos da frente, como aos de trás. Esta abre-se primeiro puxando-a perpendicularmente ao veículo e depois girando para a frente, por um pivot localizado por cima da roda dianteira. A zona inferior da porta, envidraçada, aumenta a visibilidade e iluminação interior, enquanto potencia o design agressivo da carroceria.

No interior predominam o plástico cinzento escuro e pele creme. O écrã lcd sensível ao toque, na consola central, fornece informações de GPS, monitorização constante de componentes, níveis de combustível e carga de baterias, etc.

O logótipo do Lynx pode ser encontrado em vários pontos, como por exemplo nas costas dos assentos e na lateral do carro, junto às rodas dianteiras.


O Peugeot dos meus sonhos está dotado de tecnologia e design inovadores, com um look felino agressivo a condizer.